Azure Ganha Plano de Negócios e Data de Lançamento

Terça-feira, 14 de Julho de 2009

Azure Além do anúncio do Office 2010, feito no inicio da semana, para agitar mais o mundo da Cloud Computing tivemos mais um anúncio : Windows Azure  ganhou um plano de negócios e data de lançamento.

Os preços serão os seguintes :

0.12$ cents por hora de processamento

0.15$ por Gygabyte armazenado por mês

0.01$ por cada 10.000 transações de storage (envio de arquivos)

SQL Azure (sim, SQL Data Services mudou de nome) :

9,99$ Plano básico – suporte até 1 GB

99.99$ Bussiness Edition, com suporte a até 10 GB de banco

.NET Services

0.15$/100.000 operações de mensagens (as mensagens são utilizadas para comunicação com camadas de negócio)

Os 0.12$ cents por hora de processamento sem dúvida são o ponto principal da questão : está confirmado no anúncio que haverá realmente uma medição de horas de processamento e não simplesmente cobrado por hora que a aplicação encontra-se disponível.

Como a própria equipe do Azure assume, isso se torna algo imprevisível : Os hosts tradicionais hoje não medem essas horas de processamento, consequentemente ninguém sabe quanto de processamento seu site consome. Supondo processamento máximo : 0.12$ x 24 horas x 30 dias = $86.40 bem acima dos hostings tradicionais. Porém qual site que realmente consome tudo isso de processamento ? Não muitos. Para consumir este processamento o volume de acesso/mês teria que ser muito alto.

Os planos do SQL Azure, por outro lado, sem dúvida deixam os provedores de hospedagem em cheque, já que estão em valores muito mais baixos que o tradicional que tem sido oferecido no mercado.

Data de Lançamento

Foi confirmado que o Azure se tornará disponível durante o PDC, em meados de novembro deste ano, o que por tabela também confirma que haverá PDC este ano.

Sobre o modelo de negócios, que pode levar a um valor difícil de prever, no PDC será anunciado um modelo de assinaturas que poderá funcionar como alternativa a este.

Para o Brasil, porém, será necessário esperar até março de 2010 para termos o Azure disponível

Fonte : http://blogs.msdn.com/windowsazure/archive/2009/07/14/confirming-commercial-availability-and-announcing-business-model.aspx


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Aplicando Temas em Custom Controls

Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

aspnet Não é raro precisarmos criar um controle personalizado herdando de alguma classe existente, tal como a gridview ou até mesmo uma simples textbox. Porém isso nos traz um problema : Como criar temas para esses controles personalizados ?

A tag de um custom control, mesmo tendo ele herdado dos controles padrões do ASP.NET, é diferente das tags padrões dos controles e o tema não a reconhecerá.

A solução é mais simples do que parece : Os arquivos .skin aceitam a tag @Register, então podemos dentro do arquivo de skin registrar nossos controles personalizados.

Por exemplo :

<%@ Register TagPrefix="BUF" namespace="BufaloInfo.WebControls" %>

A partir dai podemos nos referir dentro do arquivo .skin a todos os controles personalizados que estejam no namespace BufaloInfo.WebControls


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getPostBackClientHyperlink x getPostBackEventReference

Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

 

Estou habituado a utilizar o getPostBackClientHyperlink para obter o código javascript que provoca o postback de um objeto e poder colocar este código em outro local.

Definitivamente hábito é algo ruim, nos impede de observar que coisas novas surgiram, como por exemplo, o getPostBackEventReference

Qual a diferença ? Tive que testar :

GetPostBackClientHyperlink : javascript:__doPostBack('GridView1$ctl10$LkbSelecionar','')

GetPostBackEventReferece : __doPostBack('GridView1$ctl10$LkbSelecionar','')

Enquanto o primeiro acrescenta “javascript:” no resultado, fazendo com que o resultado seja ideal para links e atributos de evento, o 2o não faz esse acréscimo, fazendo com que o resultado possa ser utilizado diretamente dentro do código javascript

Além disso, o getPostBackEventReference possui mais overloads e em alguns deles aceita receber o parâmetro do tipo postBackOptions. O tipo postbackOptions fornece uma série de parâmetros que permite a “montagem” de um javascript para causar um postback para a página, independente de um evento de objeto. Neste caso, porém, é necessário que a página implemente (@implements) a interface IPostBackEventHandler

Ambos os métodos também ganharam overloads que permite indicar um boolean para que seja feito o registro do event validation, mas isso não adianta muito : o registro só pode ser feito no evento Render, porém o exemplo mais comum é utilizar estes métodos em uma gridview, no rowdatabound, para pegar o javascript de botões e atribuir na linha inteira.


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Configurando os itens Recentes na JumpList


A JumpList é uma das grandes novidades no Windows 7. Exibida quando se clica com o botão direito em uma aplicação na já conhecida como superbar, além de poder ser personalizada pela aplicação ela contém automaticamente os arquivos recentemente abertos pela aplicação.

jumplist Essa exibição dos arquivos recentes é configurável na superbar, podemos mudar a quantidade de arquivos recentes que são exibidos, que por padrão é 10.

1) Clique com o botão direito no botão start

2) Clique em propriedades

3) Na janela que se abre, clique em customize

4) Na parte de baixo da tela, altere o “Number of recent itens to display in jumplist”


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Silverlight 3 versão final disponível para download


Apesar do lançamento oficial do Silverlight 3  ser apenas amanhã, as 10:30 PST (se não estou enganado, isso fica 16hs em Brasilia), o Silverlight 3 já está disponível para download

Espera-se também a liberação do Expression 3 e das ferramentas de Silverlight 3 para o Visual Studio, mas ainda não há notícias.

UPDATE : Versão final das tools para o silverlight 3 também já está disponível

UPDATE : O silverlight está disponibilizando pacotes de instalação diferentes para desenvolvedores e para o usuário final. Se um desenvolvedor que instalou os betas tentar a instalação da final, ela falha, exige a desinstalação dos betas. Irei confirmar se a instalação das tools resolve e atualizo aqui


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Google faz SO para desktop : Google Chrome OS

Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

chrome-listing Os blogs e sites de notícia tem marcado esta data, 7 de julho (sim, sei que já é 8 de julho), como uma data histórica devido ao anúncio feito pelo google :

O Google irá criar o Google Chrome OS – Sistema Operacional para Desktop

#prontofalei

Agora vamos aos detalhes do anúncio : O sistema inicialmente será focado em netbooks e começará a aparecer nos netbooks na 2a metade de 2010. Será um sistema de janelas sobre um kernel linux rodando google Chrome – o browser – com a promessa de que a inicialização será em segundos, deixando a web a disposição do usuário.

Com base nisso observamos que o google vai “atacar pelas bordas” : não vai direto ao desktop, vai atacar pelos netbooks primeiramente, porém um sistema funcionando em netbooks não teria dificuldades para funcionar em desktops.

Um ponto chamativo é o fato de que os netbooks hoje rodam XP, um sistema já com anos de idade, enquanto que o google chrome OS será feito de forma muito mais direcionada a netbooks – processadores x86.

Por outro lado a idéia do sistema também pode ser sua grande dúvida : O público aceitará bem um sistema com suas aplicações rodando todas on-line ?

A concorrência direta – o Windows 7 – aperfeiçoou ainda mais o gerenciamento de arquivos que o Windows Vista e usuários comuns – falo por minha própria preferência – desejam ter seus arquivos, tal como fotos, vídeos, música, em sua própria máquina.

Mesmo com tudo isso, não há dúvida de que o google Chrome OS irá pegar uma fatia de mercado, parte do mercado ligado a pessoas e equipamentos que trabalharão 100% do tempo conectados. De qualquer forma, o que virá depois é difícil prever, mas certamente o windows não continuará com 96% do mercado de netbooks

bomba O google anunciará ainda este ano a abertura de código do google Chrome OS. Segundo as palavras do google “Nós temos muito trabalho a fazer e vamos precisar de muita ajuda da comunidade open source para nos auxiliar a atingir esta meta”.

Recentemente o google se envolveu em uma grande polêmica quando convidou vários designers a trabalharem na criação do logo do chrome sem pagar absolutamente nada – apenas pela exposição do trabalho que isso geraria.

Os designers acharam a oferta absurda e recusaram. Inúmeros posts discustindo o assunto surgiram em blogs e lembro de um deles (infelizmente não lembro o link, se alguém tiver, comente aqui) que colocou a pergunta : “Quanto tempo vai demorar e o que vai acontecer quando o google começar a querer que desenvolvedores trabalhem de graça ?”

Digam lá : Ao ler a sentença mais acima vinda do google, não é exatamente isso que estão desejando, desenvolvedores que trabalhem de graça para chegar aos objetivos deles ?

O anúncio do google não poderia ter sido feito em hora mais oportuna e bem planejada : Quando a Microsoft está prestes a lançar o Windows 7 e espantar o fantasma da crise, o google traz a tona o que poucos esperavam para tão breve : Um sério concorrente comercial para o Windows 7.

O anúncio é tão conveniente que não me assustaria em ver comentários sobre o google Chrome OS ser vaporware utilizado para melhorar a situação do google durante a crise. Não acho que seja, mas não me surpreenderia de todo

Por falar na questão comercial, o modelo de negócios do novo sistema operacional não foi exposto, mas especula-se que assim como outros produtos do google, o modelo de negócios envolverá fornecer o sistema gratuitamente e vincular seu uso ao marketing, tal como AdWords e AdSense

Vocês tem certeza de que desejam um sistema operacional (ou os aplicativos), repletos de propaganda de todo tipo ?

O Android é mais um ponto que tem sido destacado : Existe um certo conflito de objetivos entre o google Chrome OS e o Android. Porém o que se destaca é que o google Chrome OS já será construido para a arquitetura x86 – coisa que o Android não é – além de que o Chrome OS será específico para aplicações web, enquanto que o Android tem muitos outros objetivos, existem comentários inclusive de que esta separação destacada envolve até a questão de marketing de um sistema operacional “web”.

Mais afirmações sobre o google Chrome OS : “Nós vamos voltar ao básico e redesenhar por completo a arquitetura de segurança do SO para que as pessoas não tenham que lidar com virus, malwares e atualizações de segurança”

… e o mundo será todo preenchido com arco-íris. O kernel do sistema vai ser pego pronto e não criado do zero. O concorrente direto – Windows – levou anos para aperfeiçoar recursos de segurança tal com UAC, protected mode no IE, entre muitos outros, começar uma nova evolução nesta direção envolveria muito tempo (ou muita cópia) para atingir recursos como o protected mode, UAC, entre muitos outros recursos de segurança.

Vejam várias referências do que anda sendo dito por ai :

http://www.nytimes.com/2009/07/08/technology/companies/08operate.html?hp

http://arstechnica.com/web/news/2009/07/google-chrome-os-lives-and-is-coming-to-a-netbook-near-you.ars

http://everythingms.com/googles-pc-operating-system-the-dawn-of-a-new-tech-war

http://news.cnet.com/8301-13860_3-10281843-56.html

http://www.techcrunch.com/2009/07/07/google-drops-a-nuclear-bomb-on-microsoft-and-its-made-of-chrome/

http://blogs.zdnet.com/mobile-gadgeteer/?p=1840


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.NET Services (Azure) tem novo CTP


Azure Já está disponível o CTP de julho do .NET Services. Este novo CTP traz duas novidades principais :

Instalação no Windows 7 RC

O CTP do .NET Services tinha problemas de instalação no Windows 7. O CTP de julho resolve o problema.

Retirada do Workflow Services

Essa retirada já havia sido anunciada com bastante antecedência. Os desenvolvedores tem pedido constantemente que o Workflow Services seja baseado no Workflow Foundation 4.0, o problema é que, segundo as informações dos blogs, o .NET Services está previsto para lançamento antes do Framework 4.0/Visual Studio 2010, portanto criar o workflow services com base no Workflow Foundation 4.0 não seria possível.

Para resolver, decidiu-se separar o desenvolvimento do workflow services e apenas liberar sua versão final após o Framework 4.0, consequentemente o workflow services será lançado de forma separada do restante dos .NET services.

Isso envolve uma interrupção no serviço de workflow services já on-line no portal do Azure, porém esta interrupção foi avisada com antecedência e já ocorreu no dia 1o de julho.

Anúncio da retirada do workflow services

.NET Services – CTP de Julho


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